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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Reportagem com Tony Garrido, onde cita o Black Sonora

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Saiu uma reportagem com o cantor Tony Garrido no Jornal Hoje em Dia, onde ele faz elogios a banda Black Sonora, confira ai:


“Todo Meu Canto”

Viviane Moreno
REPÓRTER


Depois que saiu do grupo Cidade Negra, há exatamente um ano, Toni Garrido participou da novela “Caminhos do Coração”, da Rede Record; apresentou o programa “Gas Sound”, da Rede TV; atuou em “Fados”, longa-metragem de Carlos Saura; e fez quatro campanhas publicitárias. Ainda encontrou tempo para se dedicar ao primeiro álbum da carreira solo, “Todo Meu Canto”, que acaba de chegar às lojas. “A música é minha faceta forte, é onde relaxo”, diz o multiartista de 42 anos, em entrevista por telefone, do Rio de Janeiro.

Mesmo com 23 anos de carreira - 14 à frente do Cidade Negra -, Toni Garrido diz que “Todo Meu Canto” tem sabor de estreia, com direito a friozinho na barriga. De cara, avisa: “Não vou me explicar em um trabalho só. Queria dizer cheguei, estou aqui, muito feliz, para botar as pessoas para dançar e cantar. Estou buscando amor, felicidade, há muito tempo, e isso não muda”.

Sobre a saída do grupo, acha a curiosidade compreensível, já que não falou muito no assunto. Aconteceu, segundo ele, porque num belo dia eles descobriram que não estavam mais na mesma vibe. “Não tinha ideia de fazer carreira solo, de deixar o Cidade, não tinha essa vontade. Foram 14 anos de muita realização, a gente conseguiu conhecer o mundo, ter músicas cantadas pelas pessoas, conseguiu a alegria das pessoas, era um projeto feliz de banda, todo mundo trabalhando junto, na mesma vibe, na mesma energia, só assim que acontecem coisas grandiosas. Mas a gente descobriu que não estava mais assim, que não estava tudo tão fechado como em outras épocas. A conclusão foi cada um fazer seu trabalho e torcer para que dê certo para todo mundo. E já que é assim, vou continuar sendo feliz. Como? Fazendo, trabalhando, batalhando, criando”.

Até então, tinha “algumas canções, vontades que não podia desenvolver ali, numa banda de reggae”. Cerca de 25 músicas prontas para serem gravadas. Mas quando entrou em estúdio surgiram outras ideias e, dessas 25, acabou gravando três “super antigas”: “Minhas lágrimas”, “Anúncio de jornal” e “Os Nerds”, compostas quando tinha entre 16 e 18 anos. “Aí vieram as novíssimas Fim de Semana Good Time, Rimas de Saudade (Tanta Saudade), com o rapper português Boss AC, e Trevo de Quatro Folhas, com Jorge Mautner e George Israel. As outras não foram aproveitadas na última hora. Estúdio é assim, a música vai se impondo. Acho que tem que fazer e gravar, para ficar aquele registro, não ficar no meio do caminho porque a época passou”.
Quer dizer que virão novidade por aí. Por exemplo, a música que seria a 14ª faixa do CD será disponibilizada na internet: a balada “Os Dias”, parceria de Toni Garrido com “milhares de pessoas”, diz, criando suspense.
O artista assume que não tem muita intimidade com a rede. “Frequento, aceito e sei a força que tem. Aos pouquinhos, estou me dedicando para ter meu espaço bem colocado na Internet, mas estou aprendendo”.

Aos fãs, avisa: não está no Orkut. “Morro de medo de Orkut, tenho pavor porque, apesar de ter muito carinho nele, tem muita loucura também, as pessoas se apropriam da sua vida. Milhares de comunidades dizem que sou eu”, diz, exemplificando que soube que uma ex-colega de infância estava achando que estava mantendo um romance com ele via Orkut. Um grande mal-entendido.
No My Space, ele criou um domínio para garantir seu espaço, mas ainda não desenvolveu sua página. De oficial mesmo, ativo, só o site “www.tonigarrido.com.br”. Lá o artista dá dicas de comunidades e blogs que prestam homenagem a ele de uma forma que ele reconhece. “Pessoas que gostam de mim e se dedicaram a criar espaço que eu seja homenageado”.

Por falar em fãs, Toni Garrido diz que é uma conquista diária. “É um jogo de atrações constantes, e tem ‘desatração’ também, compensada pelo número de novas atrações. Você coleciona pessoas que te admiram, conhece novas pessoas e perde admiração de outras com o passar do tempo”, diz, referindo-se a esta nova etapa, solo. Diz que entra com disposição nessa “batalha”, pronto para trabalhar muito, como sempre, porque tem “consciência que dependo da música, é ela que paga minhas contas, alimenta meus filhos”.

Por falar em trabalho, a turnê do novo CD começa este mês. Toni diz que vai apresentar as novidades, mas continuar cantando músicas que as pessoas estão “a fim de dançar e cantar junto, em voz alta, levantar os braços”. Sucessos do Cidade Negra, inclusive. “Canto músicas de outros artistas que gosto e sei que as pessoas vão gostar, e algumas novas. Adoro jogar pra galera, uma das melhores sensações é jogar bola junto”, diz, ressalvando que show em exposição agropecuária é diferente de show em teatro e em universidade, e que quando mostra uma música completamente nova seu corpo recebe uma descarga de endorfina que “é o bicho, um prazer quase sexual”.

BH ainda não está na agenda, mas Toni Garrido diz que quer muito se apresentar por aqui. Destaca que tem vários amigos mineiros (cita Clube da Esquina, Skank, Jota Quest, César Maurício, Play, e elogia a banda Black Sonora, finalista do “Gas Sound”) e lembra que regravou “Tudo que você podia ser”, dos irmãos Lô e Márcio Borges. “Tentei que o Milton Nascimento cantasse junto, mas ele é o homem que mais trabalha no Brasil. Foi super receptivo, mas não consegui lugar na agenda”, lamenta. Outra regravação do CD é “Me Libertei”, que fez sucesso na voz de Toni Tornado. Sobre outro mineiro, Alexandre Massau, que assumiu os vocais do Cidade Negra depois de sua saída, Toni Garrido se diz decepcionado. Conta que foi ele quem apresentou o ex-vocalista das bandas Berimbrown e Preto Massa para Bino, Lazão e Da Gama, há uns dois anos. Por causa de uma amiga em comum, o convidou para dar canja em dois shows. Disse que vibrou quando soube que Massau o substituiria. “Esperei ele me ligar para passar o bastão, dizer ‘vai firme, boa sorte, com muito amor, carinho, verdade e suor, a gente se encontra lá em cima, no topo’. Juro que esperei isso, mas não aconteceu até agora”. Garante que não guarda mágoa. “Desejo toda sorte do mundo e, mais que isso, que ele continue com muita verdade um trabalho que dei muito de mim, que crie e gere o mesmo amor que consegui gerar ali”, diz. Espera também que, um dia, Massau tenha oportunidade de ceder o palco para alguém que está começando, repetindo sua história. “Companheiros de palco devem ser generosos”.

Voltando aos projetos para 2009, Toni Garrido diz que deu um tempo para se dedicar ao lançamento do CD, mas que no segundo semestre está aberto a novos convites na TV, onde sempre se sentiu muito a vontade, tanto para apresentar (está de olho na segunda edição do “Gas Sound”) quanto para fazer novela.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/v2/busca/index.php?data_edicao_anterior=2009-05-01&sessao=1&ver=1¬icia=6788

No mais... aquele abrAÇO e espalhe a palavra

Yuga

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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Vale a pena ver de novo...

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Tava aqui procurando matérias, fotos, vídeos do Black Sonora pela net e encontrei este aqui da época do GAS SOUND.

Virgula.com

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Yuga

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O groove descolado da Black Sonora


O groove descolado da Black Sonora

Uma mistura de sons que deu pra lá de certo. Os integrantes da Black Sonora, Gustavo Negreiros (vocal), Rubèn "Cubanito" Santillana (vocal), Heltom Resende (guitarra), Luiz Prestes (baixo), Ronan Teixeira (bateria), Bruno Lima (percussão) e DJ Yuga (samplers e percussão) uniram-se trazendo cada um uma bagagem de experiências musicais que, juntas, resultaram numa sonoridade super bacana. Confira a entrevista que eles deram ao Virgula e saiba mais das influências e da trajetória dos caras:


Virgula: Como e quando surgiu a Black Sonora?

Luiz Prestes: A banda surgiu em meados de 2002 com outra formação, fazendo, principalmente, releituras da época áurea de Jorge Ben (1970). Por "n+1" razões a banda terminou e ficamos quase um ano parados. Até que encontramos o DJ Yuga, que já conhecia nosso trabalho e estava sempre por perto. Produzimos, então, o primeiro "Tributo ao Racional Tim Maia", em 11 de setembro de 2004. A partir daí, a aglomeração começou e teve início a formação atual: primeiro, convencemos o Ronan de que éramos um 'bom partido', e ele trouxe sua pegada fincada pra cozinha do Black Sonora. Enquanto isso, a sala já estava ocupada pelo DJ Yuga e seu leque musical, que abriam os horizontes de todos com os seus "AplicaSons". O Cubano entrou com sua latinidade porta adentro, e passou de convidado especial para nosso vocal, junto com o Gustavo, que já segurava toda a negritude do som. Através do Ronan, conhecemos o Heltom e sua musicalidade, que se juntaram a Luiz Prestes e seu groove para harmonizar a banda. Lá pelas 3h da manhã, o Bruno pareceu com o seu ritmo e suas origens, completando a família Black Sonora que hoje está aqui, preenchendo os espaços vazios da (des)Organização.

VR: Como vocês definem o som que fazem?


Yuga: Fazemos um groove suingado com um leve tempero cubano sempre "ben" acompanhado de funk, baião, samba e hip hop.

Bruno Lima: Não procuramos rotular, isso nos deixa mais à vontade para criação.

LP: Lembro que após um show, um amigo veio me dizer: "Cara, gostei muito do som de vocês, mas, afinal, vocês tocam o quê? E eu não soube responder. Acho que o máximo que conseguiria definir é que o nosso som é dançante, seja lá o que isso queira dizer.

VR: E de onde veio o gosto pela mistura de ritmos, vocês têm alguma referência?

Yuga:
Nosso som vem de nossas casas, da rua, do dia-a-dia, do “sacundin sacuden” de Jorge Ben, do rei do ritmo Jackson do Pandeiro, da malandragem de Bezerra da Silva, da fúria e o som de Tim Maia, do ritmo caliente cubano, dos ecos do Curral del Rey, dos tambores da África, do subir baía e descer floresta...

BL: Além de a banda ser composta por várias diferenças culturais, onde quase que cada um é de um lugar do país, nossas influências também são diversas, proporcionando essa miscelânea musical.

LP: Show de bola a resposta do Yuri!

VR: Quem escreve as letras? Como são compostas as músicas?


BL: As composições são feitas por todos da banda, quase todos os componentes da banda já tem composições tocadas no show, é uma questão aberta.

VR: A banda tem vários integrantes. Tem algum momento em que isso atrapalha ou ajuda mais?

BL:
São várias cabeças pensantes, todos são pessoas de gênio forte, acho que essa soma tem dado resultado.

LP: Às vezes é difícil manter sete vidas diferentes no mesmo foco, mas acho que esse esforço e o tempo também têm nos fortalecido e nos tornado cada vez mais pacientes, maduros e menos burocráticos.

VR: O disco de vocês foi gravado ao vivo no Palácio das Artes, certo? Como foi essa experiência?


Yuga: Foi um evento que a gente participou chamado Música Independente, é uma parceria da Fundação Clóves Salgado (Palácio das Artes) com a Rádio Inconfidência e a Rede Minas, equipe de produção super profissional e com uma estrutura bacana. E o legal também é que o evento é transmitido pela Rádio Inconfidência e depois exibido na Rede Minas. A gente pegou algumas faixas deste show e fizemos um disco para divulgação da banda. Esse material nos abriu muitas portas, uma delas foi participar do GAS Sound.

BL:
Foi ótimo e diferente por se tratar de um teatro, mas o resultado foi satisfatório.

VR: Vocês acham que a cena musical em Minas é bem incentivada?

BL: Não, acho que se não for de maneira independente, mostrando a cara, as coisas não acontecem, tem alguns eventos bacanas, mais ainda em pequena proporção.

Yuga:
Aqui é a famosa teoria punk "make youself"... Até hoje a gente produz alguns shows nossos por aqui, é o caso do Tributo ao Racional Tim Maia, que fazemos todo ano sempre com convidados da cena independente mineira, como Raquel Coutinho, Alexandre Cardoso (atual vocalista da Cidade Negra), Trovão das Minas, Tambor Mineiro, Júlia Ribas, Marku Ribas... Esse ano fizemos com o Sérgio Pererê e a primeira participação de fora do Estado, BNegão. Para saber mais sobre o projeto: http://tributoaoracionaltimmaia.blogspot.com.

VR: O que mudou na rotina banda após a apresentação no GAS?

BL:
É um movimento que está sendo importante pra banda, pra divulgação de nosso trabalho, mas a vida continua da mesma forma, na humildade e no aperto.

Yuga: Cara... Com certeza, os acessos às nossas páginas na net aumentaram bastante, vários downloads do disco ao vivo, muitos comentários de pessoas do Brasil inteiro nos elogiando, torcendo por nós, dizendo que baixou o disco e já aplicou na galera. Esta exposição na Rede TV! deu literalmente um GAS no nosso trabalho.

Achou bacana? Faça o download da música Treta no Baixahits, e conheça ainda mais do groove dançante da banda, visitando o site www.blacksonora.com.br. E domingo que vem tem mais GAS Sound, não perca!

fonte: http://www.virgula.com.br/musica/gas/interna.php?id=101

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domingo, 23 de novembro de 2008

Minas no Gas sound


A banda Black Sonora está selecionada para a final do concurso que vem sendo exibido pela RedeTV!


Daniela Mata Machado - EM Cultura

A banda mineira Black Sonora, a soteropolitana Vivendo no Ócio e as pernambucanas Fiddy e Terceira Edição são as finalistas da segunda edição do Gas sound, concurso que está sendo exibido pela RedeTV!. As quatro participaram de uma seleção apertada, já que foram 2 mil grupos inscritos de todo o país. A final será gravada na terça-feira, em São Paulo (na TV, o programa será exibido somente em 13 de dezembro) e vai contar com show dos quatro grupos e também do apresentador Toni Garrido. Formada há seis anos, a Black Sonora mistura soul, samba-funk e hip hop. O grupo também é conhecido pelo Tributo ao Racional Tim Maia, projeto criado há quatro anos que reúne nomes da música independente. Vale lembrar que o vencedor do Gas sound vai gravar e lançar um CD pela DeckDisc. A decisão será dividida entre os jurados do programa e o voto popular. A votação vai até segunda-feira, pelo telefone (41) 8401-0670.



fonte: http://www.new.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_19/2008/11/22/ficha_musica,id_sessao=19&id_noticia=5228/ficha_musica.shtml

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sexta-feira, 21 de novembro de 2008

| Caravana para final do Gas Sound em SP |


Salve Povo do BEN

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Tá rolando uma caravana de BH pra SP pra gravação da final do Gas Sound. Ainda tem alguns lugares...quem tiver interesse em ir deve enviar email para aline@oricomunicacao.com.br.

Inscrições abertas até dia 21 de novembro, sexta-feira, às 17horas.

Saída: dia 25 de novembro, terça-feira às 07h30
Retorno: após o evento.

| Gravação do Gas Sound |
Dia 25 de novembro, terça-feira às 19horas
Local: Armazém da Vila | Rua Beira Rio, 116 - Vila Olímpia

No mais... aquele abrAÇO e espalhe a palavra

Yuga

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Vídeo do BLACK SONORA na semi final do GAS SOUND




Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Seguinte... já estamos na final do GAS SOUND e agora contamos com a força dos companheiros para ganhar o maior concurso de bandas de garagem do Brasil.



VOTE NO BLACK SONORA
ligue --> 014 41 84010670

Vamos fazer aquela corrente pra frente e torcer por Minas Gerais, é nóis representando...

No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Vivendo do Ócio e Black Sonora rumo à grande final



É dada a largada final. No último domingo (16), as últimas duas bandas semifinalistas foram selecionadas para continuar no programa. Vivendo do Ócio e Black Sonora, ambas saídas da etapa de Belo Horizonte, foram as favoritas dos jurados. Agora, a próxima etapa é o confinamento - com direito a participação do público na escolha do grande vencedor.

Nesse programa, a escolha parece ter sido difícil. A primeira banda a se apresentar foi a catarinense Maltines, que colocou a galera para dançar com uma música mais agitada. O júri gostou, mas tanto Carioca quanto Japinha afirmaram a preferência pela primeira apresentação da banda. A Trampa agradou aos jurados com o som mais pesado, e Supla curtiu o vocal sincero de André Noblat. Quanto a Etna, que está entre as mais populares do GAS, os jurados apontaram um pouco de nervosismo, mas ainda assim afirmaram que os rapazes estão prontos para estourar.

Nas críticas aos vencedores da Vivendo do Ócio, muitos elogios. Carioca os apontou como “a banda mais irreverente do GAS”, enquanto os outros jurados notaram uma grande evolução, se comparado à primeira apresentação da banda.

E quem pensa que as vencedoras receberam só elogios, está muito enganado. O groove descolado da Black Sonora, que empolgou George Israel, causou desconforto ao polêmico Carioca. Tudo porque um trecho da letra da música Treta denuncia os jabás nas rádios. Supla deu força aos caras, “tem que falar mesmo”, defendeu. Apesar da pequena confusão, a banda mandou super bem e alcançou uma alta pontuação para seguir na disputa.

No próximo GAS Sound, você vai ficar por dentro do confinamento com as bandas finalistas. Domingo, às 20h na RedeTV!. Já tem sua banda favorita? Então vote pela sua escolha, ligando no número 01441 8401 0670.

Fonte: http://www.virgula.com.br/musica/gas/interna.php?id=98

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Black Sonora & Vivendo do Ócio | Semi-Final GAS SOUND

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

E aí assistiram ao programa ontem na Rede TV!? Pois é... estamos na final do GAS SOUND, vamos ficar confinados durante 5 dias junto com as outras bandas finalistas (Vivendo do Ócio, Fiddy e Terceira Edição), nos próximos programas vai passar essa nossa experiência "BBB"... rs.

Enquanto não postamos o vídeo da nossa apresentação no Youtube, vai aí o momento em que passamos para a final. Black Sonora e Vivendo do Ócio... ou "Vivendo do Black" como ficamos conhecidos durante o confinamento... a parceria tá feita.





No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

BLACK SONORA na Semi-Final do GAS SOUND



Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Neste domingo 16/11 às 20h na REDE TV! (antes do Pânico na TV) vai passar a segunda parte da Semi-Final do concurso de bandas GAS SOUND, e o BLACK SONORA está lá defendendo a sua vaga na final junto com mais 4 bandas muito bacanas, Vivendo do Ócio (BA), Trampa (DF), Maltines (SC) e Etna (SP), e apenas duas serão classificadas.

Então galera, se liga lá na telinha e vamos fazer aquela corrente pra frente à favor do BLACK SONORA.

No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Black Sonora: Coquetel Sônico

Salve Povo do BEN!

Confira aí a entrevista com o BLACK SONORA para o site O Disco.

Por Andressa Lopes

De Jorge Ben, Jackson do Pandeiro, Ibrahim Ferrer e Beastie Boys até o pioneiro do afrobeat, Fela Kuti. Influências são muitas. E quem ouvir o som da banda Black Sonora pode pensar "Pô, aí tem samba, tem funk, tem soul, tem rap..." ou então "Brasileiro, cubano, norte-americano ou africano? Que som é este?".

O que não impede de reconhecer na música desses meninos coerência e identidade própria. Para ouvir, dançar, cantar junto. Na praia, na casa de show, no carro e em casa.
Foram essas as impressões que tive na primeira vez que assisti a um show do grupo e, recentemente, quando, antes de entrevistá-los, assisti a parte da passagem de som.

Gustavo Negreiros (voz e guitarra), Ronan Teixeira (bateria), Bruno Lima (percussão), Luciano Andrei (percussão), Rubén Cubanito (voz e percussão), DJ Yuga (samplers e intervenções), Helton Rezende (guitarra) e Luiz Prestes (baixo) referenciam e reverenciam nomes da música negra nacional e internacional.

O que eles querem é romper fronteiras. Levar o seu som a um maior número de pessoas possível. Na batalha, inscreveram-se e foram selecionados para participar da 2ª etapa do Gas Sound, concurso de bandas patrocinado por uma marca de refrigerantes e exibido pela RedeTV!.

Um dos assuntos da entrevista foi a participação da banda no programa.


GAS SOUND

E a participação no Gas Sound? Como vocês foram parar lá?

Gustavo: A verdade é que a gente é meio fominha. Assim, nesse esquema de correr atrás de festival mesmo, de pesquisar na internet...

Ronan: De se inscrever em tudo.

Gustavo: E esse foi um dos festivais de que a gente ficou sabendo. A gente não. O Yuga ficou sabendo. Ele fez a inscrição pela internet. Você montava um perfil, fazia o upload lá de duas ou três músicas, de um vídeo e informava o endereço do seu site. De repente recebemos um e-mail assim: "Vocês foram selecionados entre as dez bandas que vão participar da eliminatória de BH". Eu nem estava sabendo ainda como era o festival. Aí, quando eu fui conhecer, saber do que se tratava, descobri que seria exibido pela TV, que, se formos para a final, vamos ter que ficar até confinados. Pensei: "Nó, esse negócio é esquisito".

Mas ele falou com vocês antes de fazer a inscrição?

Gustavo: Ele já tinha comentado. Mas era, para a gente, mais um tiro, sabe? Fazemos cadastro em todos estes sites: Palco MP3, myspace e em outros aí. Qualquer vitrine que a gente tiver, para alguém poder chegar no nosso som, é legal.

Esse alguém é o público?

Gustavo: é.

Ampliar o público de vocês...


Gustavo: Sim! Tem pessoas que conhecem a gente pelo Trama Virtual. Aí mandam e-mail. Outras conhecem a banda pelo Palco MP3, às vezes pelo myspace. às vezes conheceu num show. Então, qualquer veículo a mais, seja ele a internet ou outro que nos permita mostrar nosso trabalho, é bacana.

Ah, então o programa é como se fosse uma plataforma para vocês se lançarem?

Gustavo: é! é um programa que tem uma visibilidade nacional. Quando passamos da etapa eliminatória de BH e ficamos entre as duas classificadas, recebemos muita mensagem. Do Brasil todo.

Então o público já aumentou...

Gustavo: Querendo ou não, a televisão ainda é o principal veículo de comunicação da sociedade. E é no horário de domingo, antes do "Pânico", que é um programa que tem uma audiência legal. Está sendo muito bacana.


SER INDEPENDENTE


O Black Sonora é uma banda independente? Vocês se consideram independentes? E o que para vocês é ser independente? é só não ter gravadora?


Gustavo: Eu acho que, primeiramente, ser independente é você não ter uma gravadora ou uma estrutura de patrocínio que banque o seu trabalho, a sua divulgação. Então somos, sim, uma banda independente, porque fomos nós quem sempre movimentamos tudo com o nosso esforço. Todos os festivais de que a gente participou, foi porque lutamos para isso. Falamos assim: "Vamos organizar, vamos fazer o CD, vamos escolher as músicas, vamos fazer uma capa bonitinha, vamos mandar, vamos escrever um release legal". A gente sempre teve essa visão um pouco empreendedora mesmo, de a gente mesmo cuidar desse projeto que é nosso. Temos um cuidado muito grande com cada etapa. Tem todo um trabalho diário, né? Para você poder criar novas possibilidades para tocar.

Bruno: O legal da banda também é que, além de tocar, o Gustavo e o Yuga têm a manha de fazer os flyers, o Ronan tem a manha de "silkar" camiseta, eu atuo na área social, o Cubano...

Gustavo: Cada um tem a forma de contribuir com o todo, fora a parte musical. Nesta outra parte que é mais administrativa mesmo e empreendedora. E aí tem o "Tributo ao Tim Maia", que é um evento nosso. Que a gente faz desde 2004 e a cada vez mais sempre conseguimos um convidado legal. O último foi com o BNegão e o Pererê.

Bruno: Totalmente independente.

Gustavo: Acaba que, quando você vai executar o evento, você consegue alguns apoios, mas nenhum patrocínio efetivo.

Mas vocês têm vontade de serem contratados por uma grande gravadora?

Gustavo: Sim. Acho que não cegamente, né? Quando chega até você alguma proposta desse tipo, tem que ser analisada com muito cuidado. Conheço muita banda que foi colocada na geladeira. Assina um contrato com a gravadora de gravar três discos e um contrato de exclusividade. Aí fica presa, a gravadora lança o primeiro disco, que tem uma repercussão que não é a que eles estão esperando, e já não sai mais aquela verba que eles te prometeram para um segundo disco. A gravação do clipe que ia ter já não vai ter mais. Eu vi isso acontecer com algumas bandas. Querer a gente quer, é lógico. Isso vai nos possibilitar gravar um disco com facilidade, com mais qualidade, vai ser uma forma de o nosso trabalho ser divulgado de uma forma muito maior. Mas esse passo tem que ser dado com cuidado, com muita cautela. Eu vejo dessa forma.

Músico independente sobrevive com a música?


Gustavo: Com o cachê de um show, às vezes. Mas não dá para a gente tirar um salário que vai nos possibilitar pagar nossas contas. Ainda está muito longe disso.

No semestre passado eu fiz um trabalho sobre bandas independentes de Belo Horizonte e descobri que a maioria dos meninos exercia outras profissões. O Vlad, do Somba, por exemplo, é professor. E o discurso recorrente era: "A gente quer viver de música, a gente quer tocar, quer cantar e não dá para ficar só com isso".


Gustavo: O Juninho mesmo [Luiz Prestes, baixista] trabalha na Petrobrás. O Bruno até pouco tempo trabalhava no Banco Real. O Yuga é designar gráfico, eu também. Ele está trabalhando em uma agência. Eu trabalhei em agências, mas acabei saindo, porque não dá para conciliar horário sempre. às vezes tem uma passagem de som à tarde. às vezes tem uma proposta de show no meio da semana em outra cidade. Eu estou tentando sobreviver da música e fazendo uns bicos ainda de freelancer na área de publicidade. Todo mundo dá um jeito de levantar uma grana, às vezes tocando num barzinho fazendo voz e violão e percussão ou voz, violão e bateria. Para a gente poder sobreviver mesmo.

Desde que esta formação da banda foi consolidada, em algum momento vocês desanimaram? Pensaram: "Ah, não está dando, vamos parar um pouco". Já passou pela cabeça de vocês desistir da música?

Gustavo: Não.

Ronan: Não.

Bruno: Não.

E como vocês se vêem daqui a dez anos? Juntos? Fazendo shows?


Gustavo: Bom, acho que tem que ser, né? Juntos, fazendo um som.

Na música.


Gustavo: Na música!

Ronan: é!

Gustavo: Mesmo que a gente não conquiste nada mais do que já temos hoje, mesmo que seja dessa forma, eu espero estar daqui a dez anos tocando.

Bruno: Fazendo o que a gente gosta!


O SOM DO BS

Quando crianças, vocês já pensavam em tocar, compor? Ou foi na adolescência? Porque geralmente é na adolescência que isso começa a aflorar, esses desejos despertam, não é?

Ronan: Com nove anos de idade meu pai já viu que eu dava umas batucadas numas latinhas. Aí me colocou numa aula de bateria. Até então, para mim, foi só música. Até hoje faço uns "freelas" para outras bandas. Mas, para mim, foi desde a infância mesmo.

Gustavo: Com uns 15 anos comprei uma batera e tocava rock.

E nessa época aí, quando cada um começou, já estavam próximos da black music?

Bruno: Ah, eu não.

Estava no rock?

Bruno: No rock!

Gustavo: Tudo que é musical sempre me chamou a atenção. Eu lembro que meus tios e meu pai, quando um ia à casa do outro, havia um toque de campainha que todo mundo já sabia que era um dos irmãos. Então essas coisas vão entrando na cabeçada gente desde novo. Comecei a tocar violão com 11 ou 12 anos. Eu via o Titãs na televisão, na época, e pensava "ó, massa!". Aí fiquei conhecendo essas bandas e fui pirando. Comecei a tocar rock. Quando se é adolescente, a gente quer extravasar. Depois vai conhecendo outros sons. Vai conhecendo mais a música brasileira. é infinito, né? Cada som que você conhece te leva a outro. E não pára.

Outro dia ouvi uma entrevista com o Curumin e ele disse que a música que ele faz é samba. E todo mundo fala: "Ele é um alquimista, experimenta, mistura tudo". Mas ele mesmo diz que o que ele faz é samba. Vocês também misturam, bebem em diversas fontes. Fontes que ao mesmo tempo têm uma semelhança estética musicalmente falando e têm características próprias. é possível definir a música do Black Sonora? Dá pra falar: "é isso"?


Bruno: Ah, não.

Gustavo: Hoje eu acho que o nome da banda resume muito esse lance da gente trabalhar entre as sonoridades da música negra. A gente tem praticamente tudo, né? Da música ocidental, que é o jazz, que é o reggae, que é o soul, é o blues, o samba, tudo vem do gueto. Do negro mesmo. A gente fica à vontade para passear por isso tudo. Porque, quando se fala em black music, associa-se a um único som. Existe um estereótipo. E a gente não...

Não, quando eu penso em black music, penso no soul, no funk, no hip hop...

Gustavo: Isso. Mas é porque o termo hoje é usado, em algumas situações, de uma forma mais ligado ao hip hop americano mesmo. Eu acho que a gente não se sente preso a essa coisa do...

Bruno: Não temos a necessidade de rotular.

Gustavo: Porque, a cada música nova que a gente compõe, fazemos de uma maneira, cada uma tem elementos musicais diferentes. E é legal saber que temos muita coisa para compor ainda. E a gente não sabe como essas músicas são, porque elas não existem. Não é, por exemplo, tipo Iron Maiden. Todos os discos deles estão dentro do mesmo conceito melódico. E existem milhares de bandas assim, e que são superlegais também. A gente vai mais para outro lado. Igual mesmo os Beatles, né? Cada disco dos Beatles, por mais que todos sejam rock, todos sejam Beatles, cada um vai para um lado. A cada disco, eles vão se renovando, de referências e discursos.

Ronan: é um laboratório.

Bruno: Até para pôr em prática os novos aprendizados. A gente está sempre aprendendo uma coisa diferente.

E não só os músicos se renovam. Os gêneros musicais também estão sempre se renovando. São dinâmicos, não são estáticos. Os músicos renovam os gêneros, na verdade... O samba, por exemplo. Jorge Ben veio com o samba esquema novo. é samba. Mas é diferente daquele samba lá do Monsueto.

Gustavo: E hoje ele já tem uma outra pegada.

Que é diferente.


Gustavo: Dentro do próprio samba dele, que ele continua fazendo. Tem uma outra roupagem, tem uma outra intenção. Que tem tudo a ver com o início, mas já tem uma outra cara, né? O legal da música é isso. Você se permitir colocar novas coisas, colocar novos instrumentos.

Experimentar...


Bruno: O legal não é ir, tocar, pôr o dinheiro no bolso e ir embora. é ter uma mensagem, uma coisa para passar. E é um momento que você tem o poder da fala, querendo ou não. Tem que ser usado para passar uma mensagem. Se você fala uma frase legal, e, no meio de mil pessoas uma vai embora refletindo, já vale. Música não pode ser vista só com um olhar financeiro. Tem outras coisas que a movem. Outras coisas que dão sentido a ela.

Gustavo: Compor e gravar uma música é uma forma de você materializar uma visão sua do mundo. Quando você ouve músicas da Tropicália, você sente o contexto. Eu acho que a música tem esse papel também, de representar nossa realidade social.

Bruno: Eu vi uma entrevista hoje com o vocalista do Tianastácia. Ele estava falando que é engraçado você fazer uma música dentro do seu quarto e, de repente, ver mais de mil pessoas cantando a música que você fez sozinho. Isso é muito legal. Um dia a gente vai chegar lá também.

Fonte: http://www.odisco.com.br/entrevista_leitura.asp?id=232

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sábado, 4 de outubro de 2008

Boas Vibrações, Boa Viagem e Boa Sorte...



Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Nesta quinta tem BLACK SONORA no Studio Bar a partir das 22h. Este é o nosso show de "Boas Vibrações, Boa Viagem e Boa Sorte", porque no dia 13/10 (segunda) estaremos na Terra da Garoa para participar da 2ª Etapa do GAS SOUND.

Enquanto isso, veja aí o novo vídeo do BLACK SONORA numa retrospectiva da nossa participação no programa GAS SOUND:




Então galera, esperamos por todos para dançar, curtir e celebrar.

No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Black Sonora & Vivendo do Ócio (BA)

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Participar do GAS SOUND está sendo uma experiência única, não só por ter ganhado a Etapa Belo Horizonte, mas por ter conhecido outras bandas bacanas como a banda soteropolitana Vivendo do Ócio que fazem um som muito bom. E é claro as bandas de Beagá que estava muito bem representada por Enne, Impar, Rezet, Circular 01 e as bandas Martiataka de Juiz de Fora e Off de Sabará, Minas rompendo fronteiras além da Serra do Curral Del Rey.



AH! Abraços e sucesso para as outras bandas que participaram, Os Azuis (RJ), Putana (BA), mandaram muito bem.

No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Black Sonora em Dose Dupla neste fim de semana...

Salve Povo do BEN!



No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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domingo, 17 de agosto de 2008

DOMINGO, dia 24 de agosto às 20h




Galera,

Assistam nossa participação nas eliminatórias do Gas Sound na Rede TV. Juntamente com outras bandas de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia passamos pelos júri composto por Papito (Supla), Japinha(CPM 22), Carioca(Pânico), George Israel(Kid Abelha) e apresentação do Tony Garrido e uma equipe técnica de primeiro mundo gravando tudo em HDTV.

O resultado dessa eliminatória ainda não podemos contar, portanto no Domingo, dia 24 de agosto de 2008 confiram as 20h na Rede TV, o Gas Sound.

Abraços Sonoros,

Negreiros

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domingo, 10 de agosto de 2008

Eliminatórias GAS SOUND

Salve Povo do BEN!




Depois acesse www.gassound.com.br e saiba mais sobre o Festival...

No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Black Sonora na eliminatórias do GAS SOUND

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranqüila, numa boa???

Seguinte... o Black Sonora está participando do Festival GAS SOUND (www.gassound.com.br) o maior concurso de bandas do Brasil e que irá ao ar todos os domingos às 6 da tarde na Rede TV!

A gravação do programa vai ser segunda feira dia 11/08, ainda não sabemos como vai ser e como vai ser. Nesta primeira etapa foram selecionadas 10 bandas de Minas Gerais (Black Sonora, Circular 01, Impar, Putana, Enne, Vivendo do Ócio, Rezet, Os Azuis, Off, Martiataka), serão selecionadas 2 para a segunda etapa.

Depois passa lá no nossa página no GAS SOUND http://www.gassound.com.br/banda/default.aspx?id=2513


AAAAHHH Galera!!! Tem show do Black Sonora neste sábado no Estúdio B (http://www.estudiobmusicbar.com.br/) com participação especial do U-Gueto. Entrada: homens - $ 12 / mulheres - $ 10. Abertura da casa: 22h.


No mais... aquele abraço e espalhe a palavra

Yuga

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