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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Neste sábado tem show da Milena Torres no Nelson Bordello

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???



Neste sábado tem show com Milena Torres e seus convidados no Nelson Bordello apartir das 23h. Ainda tem DJ Yuga e MC Cubanito apresentando o Systema Sonora Malaquito y su Orchestra Invisible.

No mais... aquele abrAÇO e #espalheapalavra

Yuga

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sábado, 19 de dezembro de 2009

E assim foi os 30 anos da Rádio Inconfidência

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

A noite de quinta no Lapa Multshow foi uma beleza, várias pessoas compareceram para celebrar os 30 anos da Rádio Inconfidência e homenagear o síndico do soul brazuca Tim Maia e o "band leader" Jorge Ben.



Muitas surpresas boas aconteceram durante a noite, uma delas foi a apresentação do grupo de percussão Baque Trovão, que tremeu as estruturas e já deu aquela levantada na galera presente.



A primeira homenagem da noite foi a Tim Maia com a banda Falcatrua, que este ano lançou o disco "Vou com Gás" com músicas do Síndico em versões mais rock´n´roll, o albúm teve produção excutiva do Nelson Motta.

O Falcatrua fez um show alto astral e jogou a energia "lá no alto", tocou algumas músicas próprias como "Homem ponto Com", mas o mais legal foi ver Leozinho (ex Tianastácia) na guitarra ao lado do André, os dois tocavam juntos no Tianastácia em meados dos anos 90, até pensei que ía rolar um "Cabrobó" no repertório... rs. Gustavo Negreiros e Cubanito deram o ar da graça e fizeram juntos Sossego em uma versão "funk rock", confira o vídeo.



Enquanto isso o resto dos "black" estavam no camarim "sorrindo" e com o repertório do BEN em mãos.




Chegou a nossa hora de subir ao palco, neste dia dividimos o show em duas partes, na primeira fizemos nosso som autoral que contou com a participação da dupla de MCs Dokttor Bhu & Shabê na música "Quero uma Dama", música do Malucofonia que a gente vem tocando nos shows e de Daniel no baixo(Falcatrua), Milagros na percussão (Baque Trovão) e Milena Torres em sua música "O Mar pra mim". A segunda parte do show foi a nossa homenagem ao Jorge Ben, nessa hora o palco ficou pequeno para a turma que entrou para nos acompanhar, Brasilino e Grabriel nos metais, Marcus Santiago nos teclados e o 8º membro do Black Sonora, Luciano "Cuica Play" Andrei.


O repertório foi "BEN" lado b mesmo... fizemos a nossa homenagem ao "Homem da Gravata Florida", a "Jovem Samba", a "Hermes Trimegisto e sua Tábua de Esmeraldas", ao "Guerreiro Jorge", ao "Herói do Século 20", a "Artur Miró, Anabela Gorda e Jesus Correia", queríamos sair do óbvio e mostrar outras canções do Jorge que a gente curte e a galera presente entrou no clima da homenagem e curtiu junto, foi lindo, como diz Dokttor Bhu "Eu amo vocês". E ainda rolou participação do André (Falcatrua) e NegoVéi no fim do show em W/Brasil e Guiné Bissau, Moçambique e Angola.

A gente ficou muito feliz pelo convite da Rádio Inconfidência para homenagear o nosso maior ídolo... Valeu demais pela oportunidade, a família agradece.

No mais... "passeando, hein?", "Mas já tá de volta?"

Yuga

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Leo Richard apresenta: Música Preta pra Balançar

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???



Leo Richard
é um grande broder nosso que vem apresentando este projeto Música Preta pra Balançar desde 2007, sempre valorizando os artistas independentes da cena mineira.

O projeto MPB atende a uma demanda atual da educação que torna obrigatório o ensino da história e cultura do negro. A iniciativa foi criada em 2007 e contempla a interdisciplinaridade das manifestações artísticas, levando para o palco música, teatro, dança e artes visuais em um espetáculo dançante e cheio de energia. Atualmente financiado pela Lei Municipal de Incentivo à cultura, o projeto tem direção artística e musical de Sérgio Pererê e preparação vocal de Anthonio.

O show tem entrada franca e irá mesclar músicas inéditas e releituras de compositores como: Sérgio Pererê, Érika Machado, Pedro Morais, Mestre Jonas, Makely Ka, Renegado, Renato Negrão, Nilo Pinheiro, entre outros.

Confira toda a programação de shows:

Centro Cultural Padre Eustáquio
21/08, a partir das 20h
Participações especiais: Ricardo Ulpiano e grupo Xicas da Silva

Centro Cultural Lagoa do Nado
13/09, a partir das 19h
Participações: Cubanito, Gustavo Negreiros e Bruno Carioca (Black Sonora) e Ronaldo Pio


Centro Cultural Lindéia / Regina
26/09, a partir das 20h
Participações: Milena Torres e Brother Soul

Teatro Marília
30/09, a partir das 20h
Participações: Dona Jandira e Érika Machado

No mais... aquele abrAÇO e espalhe a palavra

Yuga

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Black Sonora no Acervo Sonora do Museu Abílio Barreto

Museu Histórico Abílio Barreto monta exposição com objetos que marcaram a vida dos moradores de Belo Horizonte. Embalagens, máquinas, vidros de iogurte e canções foram doados à instituição
por Walter Sebastião


Quando Belo Horizonte fez 50 anos, o filatelista e dono de gráfica Hugo Castro, por iniciativa própria, imprimiu um selo comemorativo da data. O funcionário público Gilberto César colecionou, ao longo de toda a vida, objetos como maçanetas, interruptores e embalagens de vidro de iogurte. Priscila Freire recolheu um fragmento de elemento decorativo da fachada de um colégio demolido. Gervásio Horta criou coleção de canções que têm Belo Horizonte como tema. Estavam guardados com a advogada Silma Mendes Berti o arquivo, a biblioteca e os objetos de trabalho do arquiteto Raffaelo Berti (1900-1972), responsável pela sede da prefeitura da capital e pelos prédios do Hospital Felício Rocho, Santa Casa e Minas Tênis Clube.

O selo, as maçanetas, o vidro de iogurte, o fragmento do colégio desaparecido, desenhos do arquiteto e as canções de Gervásio Horta integram a exposição Novos acervos MHAB 2003-2008, que o público poderá conferir a partir de amanhã. O evento comemora os 65 anos do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB), apresentando objetos que, há 50 anos, ninguém imaginaria ver no museu, como embalagens, máquinas de escrever e de contabilidade, navalhas ou fotos dos anos 1970 e 1980.


“Museu não é só lugar de grandes eventos, de grandes personagens, ou de objetos portentosos e grandiosos”, avisa José Neves Bittencourt, coordenador técnico do MHAB. “Museu é um grande arquivo que fala da história da cidade e de suas várias dinâmicas com artefatos de diversas categorias. É isso que estamos mostrando na exposição”, explica.


Bittencourt lembra que a Belo Horizonte de cinco décadas atrás deu lugar a outra cidade. “Daqui a 50 anos, talvez em até em menos tempo, a fisionomia seja outra”, completa, observando que, nos anos 1960, não existiam bairros como o Buritis e o Belvedere. Essa situação obriga especialistas em museologia e patrimônio a enfrentar um desafio: “Identificar, selecionar e salvar objetos que serão os únicos testemunhos de um mundo que se transforma freneticamente”.


De acordo com o coordenador, é essencial as pessoas encaminharem ao museu objetos que, na opinião delas, possam somar algo à memória de Belo Horizonte. As doações serão muito bem recebidas, analisadas e, se aprovadas, incorporadas ao acervo”, conta. “Pode ser qualquer coisa: fotos, documentos, livros, mobiliário, equipamentos ou objetos”. A comissão técnica prioriza objetos que complementem as coleções do museu e a relação deles com a cidade, sua memória e identidade. “Do cruzamento desses objetos podemos ler e interpretar a cidade – ela mesma artefato em perpétua construção pela dialética entre criação e destruição”, observa.

A sensação de desenvolvimento veloz experimentado por BH talvez se deva ao fato de a cidade se concentrar em espaço pequeno – “um quinto do Rio de Janeiro”, lembra Bittencourt. Em meio à “fome de espaço”, a disputa é grande e a capital não pára de se transformar. Isso cobra dos especialistas maior precisão na identificação, pesquisa e formação de acervos. “Temos de atuar quase como arqueólogos para recuperar contextos desaparecidos”, lembra.

DOAÇÕES

A mostra exibe peças doadas por dezenas de pessoas. Revelando um pouco da vida delas, conta muito da história de Belo Horizonte nos últimos 40 anos. Algumas canções passarão a integrar o acervo do Museu Histórico Abílio Barreto. São elas: Praça Sete, Lindo Barro Preto, Mercado Central, Bela Belô e Rua da Bahia, de Gervásio Horta; Anos Savassi e Belo Horizonte de antigamente, de Pacífico Mascarenhas; O mar para mim, do Black Sonora; A outra cidade, de Makely Ka; Belo caso de amor, de Paulinho Pedra Azul. Em ritmo de marcha, samba, bossa nova e rock, as composições celebram a capital, suas ruas e bairros. “Há muitas outras, mas não estão gravadas ou a cessão de direitos é processo que consome mais tempo”, explica Miriam Campas, responsável pela seleção musical.

“Essa homenagem deixa a gente velho mas é sinal de que o nosso trabalho está sendo reconhecido. Sem modéstia, sou o compositor que fez mais músicas para Belo Horizonte”, comemora Gervásio Horta, de 69 anos – mineiro de Teófilo Otoni, que vive na capital desde 1954. Em 1961, depois de gravar Rua da Bahia em São Paulo, Gervásio e o parceiro Rômulo Paes foram comemorar o feito, de madrugada, no bar paulistano Ponto Chic. Adoniram Barbosa (1910-1982), compositor de Trem das onze, amigo de Rômulo, sentou-se na mesa com eles. “Ele nos disse: ‘Que coisa boa cantar a cidade de vocês. Se não fizerem isso, quem vai fazer?’. Fiquei impressionado, aquela observação ficou gravada em mim”, lembra Gervásio. “Os autores mais antigos tinham mais compromisso com as cidades onde viviam”, diz ele, citando composições de Dorival Caymmi para a Bahia, dos cariocas para o Rio de Janeiro dos anos 1950 ou de Adoniram para São Paulo. O veterano compositor mineiro elogia Paulinho Pedra Azul pela canção dedicada à capital de Minas.


MHAB 2003-2008

Abertura hoje, às 16h, para convidados. Aberta ao público a partir de amanhã. Objetos, fotos, documentos e canções. Museu Histórico Abílio Barreto, Avenida Prudente de Moraes, 202, Cidade Jardim, (31) 3277-8573. De terça-feira a domingo, das 10h às 17h; quintas-feiras até 21h.

Estado de Minas, 27/02/2008
fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=586344&page=5

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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Fotos do SESI Leopoldina

Salve Povo do BEN!

Numa relax, numa tranquila, numa boa???

Taí algumas fotos do nosso show no SESI Leopoldina em Sampa com participação especial da Milena Torres letrista de "O Mar Pra Mim".

Fotos por Aline Vila Real.



No mais... aquele abrAÇO

Yuga

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